Breno

The best for the child

So, eu li antes de escrever aqui Pedagogical Anthropology de Montessori. Esse livro não tem em português. Bom, esse seria um aspecto que acho que poderia ser melhorado. Talvez estejam traduzindo mais livros de hi.

Bom, li para pensar em algo para escrever aqui no sentido do foco de aprender ensinando com os textos, mas, pensei mais na vida e no contexto. Sabe, o grande aspecto seria a originalidade. Like, it is something that you are thinking and it is not in any other book or work in general. Até li sobre esse conceito em Ressurreição de Tolstói, o eu espiritual.

Sabe, e Tolstói se tornou Tolstói porque ele criou algo. Montessori se tornou Montessori porque ela criou algo.

Quando leio a obra montessoriana e escrevo aqui sobre o que aprendi, isso ajuda para o meu aprendizado, mas, penso em ter algo mais original.

Sinto mais importante que o meu filho um dia leia aqui e encontre a voz do pai dele.

Então escrevo aqui sobre temas que acho importante, mas não seria para escrever resumos apenas. Mas eles são as bases e os referencio aqui.

Bom, o título indica o pensamento. E considero a pergunta. O que seria melhor para o filho? Um lar com uma família completa, mas com discordância nos aspectos da vida ou uma família separada?

That is really hard to tell. Tem uma motivação para mim logo sobre o amor que sinto pelo meu filho. Por ser pai, a justiça brasileira não me deixaria logo estar com o meu filho, com a guarda dele. Assim, já seria algo que eu perderia. Então, por questão pessoal, tenderia a não querer a dissolução da família, porque, pelo Meu Amor, quem perderia seria eu.

Mas, bom, observo que as discordâncias não são boas. Para mim, a solução seria resolver os desafios, mas nem sempre o outro deseja que isso se resolva ou consegue resolver, pelas complexidades das relações humanas. E, mesmo que eu busque um objetivo, o outro pode querer simplesmente acabar com a família. Então, a criança já perde sem escolha?

Tudo isso me machuca, mas não posso me deixar abater, porque preciso cuidar do meu filho.

Do Not Die, Man.

Importante o senso de preservação. Abstrair-se os dilemas, as confusões e focar inteiramente no desenvolvimento do meu filho. Por mais que o resultado não seja ele estar comigo como eu queria, conviver com ele como eu queria. Mas, ao mesmo tempo, ter em mente a luta por isso e nunca desistir. Pela minha intenção de relação com o meu filho, pelo melhor que desejo, pelo meu esforço em ações para ser um melhor educador para ele, penso que ele não pode ficar sem conviver comigo e eu, como pai, não quero não conviver com o amor da minha vida.

Bom, buscando fechar aqui, pensei agora que o melhor para a criança seria manter o amor intacto, a presença intacta, lutar o tempo todo pela relação com o meu filho. Deus Dá Forças.